Resignificando o Dia Nacional da Juventude na diocese

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A Paróquia Santo Antônio (Praia Grande) acolheu mais de 400 jovens no Dia Nacional da Juventude (DNJ) em 30 de outubro. A data promovida pela Pastoral da Juventude Diocesana reuniu grupos de Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente. “Olhos lacrimejando e arrepio na nuca, me perco nas palavras. É muito sentimento pra traduzir”, diz a coordenadora diocesana da PJ, Amanda Miranda, durante o evento.

O DNJ teve início com missa presidida pelo bispo diocesano Dom Jacyr Francisco Braido,CS e com a presença do pároco, Padre José Tadeu Aguiar Lima,CSS e do pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro (Guarujá), Padre Luiz Aparecido Tegami,SDB. Durante a missa foram distribuídos laços roxos representando o tema da data: ‘Juventude e Protagonismo Feminino’. Também ocorreu uma cena teatral em exaltação a Nossa Senhora.

Após a missa, os jovens fizeram a marcha ‘A Juventude Quer Viver’, com base na ‘Campanha Contra a Violência e o Extermínio Jovem’. “Há muitos anos não via um evento de grande porte como esse, recordei-me dos grandes momentos do auge de nossa pastoral”, afirma o assessor diocesano Felipe Moscatello. A caminhada encerrou no Colégio Passionista Santa Maria, onde deixaram mais de centenas de alimentos não-perecíveis. (Clique nas fotos e amplie)

 

No colégio, além de campeonatos de vôlei e de futsal, os jovens também se dividiram em oficinas de teatro, capoeira e expressão vocal/corporal. Durante o DNJ, houve espaço também para um café filosófico com mulheres à frente de causas sociais: Irmã Isabel (Congregação Passionista), Catarina Lacerda, acompanhada do esposo Milton Lacerda (Pastoral da Mulher Marginalizada), Adriana Melchiori (Associação Uno e Verso) e Naiá Rocha (ONG Mulher Viva).

O dia de atividades encerrou com apresentações de dança e teatro de grupos de jovens, intervenções de circo e um show de maracatu no fim da tarde. “O DNJ conseguiu reunir muitos jovens que compareceram de coração aberto e adoraram o dia que vivenciaram. Que dançaram com o maracatu e gingaram com a capoeira, que emprestaram sua voz na caminhada e o seu suor nas oficinas”, avalia a também assessora diocesana Carolina Carneiro.

*Assessoria de Imprensa – Diocese de Santos/Fotos de Mirella Moreira

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