Arquivo mensal: dezembro 2011

CNBB lança concurso para música do hino da CF 2013 .

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está lançando o concurso para a música do Hino da Campanha da Fraternidade de 2013. A letra já foi escolhida a partir de concurso próprio e as composições para a música devem ser enviadas à CNBB até dia 25 de março de 2012. A Campanha da Fraternidade de 2013 tem como tema “Fraternidade e juventude”, e lema: “Eis-me aqui, envia-me!” (Cf. Eclo, 38,8)

“Refletir sobre a realidade das juventudes no contexto da atual cultura midiática, para compreender seu impacto na vida dos jovens à luz do evangelho, acolhendo-os como sujeitos e, com eles, construir relações e estruturas que promovam a Vida”, é o objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2013.

“A CNBB agradece a todos os que participaram do concurso da letra e solicita a colaboração dos compositores para a criação de uma música fluente e bela para o hino da CF 2013, contribuindo no trabalho de evangelização da juventude”, afirmou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.

Veja o edital do concurso.

PJ Santos se articula em GTs em Assembleia

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Neste ano de 2011 colhemos vários frutos, e a Assembleia Diocesana (ADPJ) 2011 veio se tornar mais um passo significativo na jornada de nossa querida pastoral. Desde já, a Coordenação Diocesana (Codijuv) vem agradecer duplamente os jovens que assumiram a Assembleia neste fim-de-semana: primeiro agradecer por ter nos confiado a conduzir a ADPJ, e, noutro momento, por ter se comprometido com a causa de ser sinal de afeto, de cuidado e acolhida de Deus para o nosso próximo.

Faltam palavras para descrever nossa emoção ao ver o ‘estoque’ de ‘boa vontade’ dos pejoteiros para decidirem propostas na ADPJ. Relembrando que durante o evento, os pejoteiros se dividiram em GTs (Grupos de Trabalho) específicos para quatro prioridades da PJ: Formação, Missão (temas pautados na ADPJ 2010), Mística e Comunicação (temas pautados na 3ª Ampliada 2011).

Representantes do GT Formação: Bianca Prado, Igor Oliveira e Rodrigo Staudemeier
Codijuv referencial: Lincoln Spada

Representantes do GT Mística: Leonardo dos Santos, Renato Ignácio Jr. e Ronnaldh Oliveira
Codijuv referencial: Samira Aun Alves

Representantes do GT Missão: Erika Santos, Fabiano e Lucas Emanoel Dias
Codijuv referencial: Amanda Miranda

Rperesentnates do GT Comunicação: Larissa dos SAntos, Rafael Nunes, Rafaela Aparecida Gomes, Renata dos Santos e Vinícios Pereira
Codijuv referencial: Lincoln Spada

Em Assembleia também foram notificadas as saídas dos coordenadores regionais: Leonardo Felício (Centro 1), Marcelo Freitas, Tiago Bechelli (Centro 2), Willyany Santos (Orla), Edivan e Sonia Maria (Litoral-Centro); como também do assessor diocesano Fernando Diegues. Que Deus os ilumine em suas novas trilhas pastorais e que vocês sempre saibam que essa será sempre a nossa Pastoral da Juventude! Obrigado pro terem feito parte desta História tão bela e de cores. Axé!

Preconceito, twitter e Sophia Fernandes

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Uma usuária da rede social Twitter que se identifica como Sophia Fernandes (@SophiaOfDreams) está gerando polêmica desde a noite desta quinta-feira (8) por comentários feitos contra os Estados da região Nordeste. “O twitter ta virando vaso sanitário… muita merda twittando. (Oimacacos)-nordestinos-piauienses-cearenses… , saindo aqui, bjs. [sic]”

Essa postagem de Sophia teve centenas de retuitadas: ela tem mais de 36 mil seguidores. Sophia insiste em chamar nordestinos de macacos, sujos e pobres. Entre 10h e 11h desta quinta-feira, foram 41 novas atualizações em seu perfil, a maioria falando mal dos nordestinos.

Os usuários da rede social reagiram com a hashtag #OrgulhoDeSerNordestino. Muitos usuários pedem que Sophia seja denunciada à Polícia Federal e ao Ministério Público, mesmo os que não são da região atacada pela usuária. Lorrana Borges, de Goiás, (@Lorrana_Borges): “Estou ‘escandalizada’ com essa tal de @SophiaOfDreams… Como pode uma pessoa ser tão horrenda e preconceituosa ?! #Orgulhodesernordestino”

Para a vice-presidente da comissão de defesa dos Direitos Humanos da OAB-PR, Isabel Kugler Mendes, Sophia incorre em crime de preconceito. Ela disse lamentar o conteúdo disseminado por Sophia. “Eu lamento que os nossos jovens hoje tenham esse pensamento, esquecendo que o Brasil é um só. As pessoas têm quase que uma ansiedade de sair do anonimato e de aparecer a qualquer custo. Não se mede as consequências”.

Memória. As mensagens de Sophia lembram o caso de Mayara Petruso, que no ano passado foi apontada como autora de uma mensagem que desencadeou uma onda de preconceito contra os nordestinos no Twitter. Ela trabalhava como estagiária de um escritório de advocacia e publicou um comentário no qual responsabilizava a população do Nordeste pela vitória da petista Dilma Rousseff na disputa presidencial. Em meio à polêmica, os perfis criados em nome da estudante foram excluídos do Twitter e do Facebook.

‘Um Assalto de Fé’ satiriza igrejas

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Três pilantras pés-rapados, uma igreja evangélica não exatamente idônea e um plano de assalto – é essa a receita da comédia “Um Assalto de Fé”, estreia da diretora brasiliense Cibele Amaral na direção de longas-metragens, que chega aos cinemas nesta sexta-feira (2), depois de ser exibida nos festivais de Brasília e do Rio em 2010, com o título de “O Galinha Preta”. Com potencial para causar polêmica entre evangélicos, o filme tem Alexandre Carlo, vocalista do Natiruts, como protagonista, além da participação do cantor e humorista Falcão como um pastor pop-star.

O roteiro de “Um Assalto de Fé” se baseia no conto “Trabalho do Galinha Preta”, do escritor e músico brasiliense Evandro Vieira, e acompanha os ex-assaltantes Galinha Preta (Alexandre Carlo) e Lapão (Lauro Montana), que estão na pior, durante o planejamento e execução de um assalto a uma igreja evangélica, proposto por outro malandro, Jerônimo (André Deca), que se infiltrou na congregação para planejar o roubo. O longa foi rodado na cidade-satélite de Brazlândia.

Qual sua opinião sobre o tema?

Record questiona verba pública destinada a evento católico

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Uma relação que podemos refletir em nossos grupos de jovens: fé, mídia e política. Confira abaixo a matéria.

Se a emissora é administrada por um bispo de uma igreja, conseguiria ser imparcial ao fazer uma matéria sobre outra igreja?
Se o jornal não procurou a assessoria da deputada sequer a da comissão organizadora, a matéria foi mesmo imparcial?
Se há tantos políticos que sempre destinam recursos às igrejas cristãs isso seria uma ameaça apenas contra a fé alheia?
Se o dinheiro público pertence ao povo, ele poderia ser investido em uma manifestação de fé de apenas um segmento?
Ou, se o dinheiro público pertence ao povo, ele poderia ser investido na manifestação de fé da juventude católica?
Qual sua opinião sobre o assunto?