Retrô – A partir de censo, PJ cria GTs em 2011

Padrão

A PJ Diocesana realizará a Assembleia (mais informações) no dia 9 de dezembro e, entrando neste clima de avaliação, planejamento e reafirmação dos nossos compromissos e ideais, o blog publicará diariamente nesta primeira quinzena de dezembro: fatos que marcaram os últimos dois anos da pastoral.

Mais de 20 pejoteiros da Diocese de Santos se reuniram em Assembleia (ADPJ) entre os dias 9 e 11 de dezembro de 2011 em Itanhaém – pela primeira vez nos últimos 10 anos há uma assembléia fora de Santos, sede diocesana. Estiveram presentes jovens de diversas comunidades de cinco municípios. No encontro, os jovens celebraram a caminhada da PJ e reafirmaram seu compromisso com a ação pastoral na celebração da Palavra e nos momentos de mística com o Ofício Divino da Juventude. “Que todos nós estejamos presentes nesta caminhada para a construção da civilização do amor”, dizia a coordenadora diocesana da PJ, Samira Alves Aun.

A partir do Censo Diocesano da PJ, os jovens presentes se reuniram para propor ações que correspondam ao perfil do agente nos grupos das comunidades. Logo, os jovens planejaram ações a partir de quatro temas que eles escolheram como prioridades: Comunicação, Formação, Mística e Missão. “Os jovens além de proporem as ações também assumiram o compromisso de realizá-las. Criaram os primeiros GTs (Grupo de Trabalho) da PJ na Diocese”, avalia o coordenador diocesano da PJ, Lincoln Spada.

Grupo de Trabalho – Composta por coordenadores diocesanos e também em nível regional, a PJ Diocesana agora cria outra articulação já implantada em nível de PJ Sul 1: o Grupo de Trabalho (GT). De caráter provisório ou permanente, o GT pode ser formado por jovens de qualquer comunidade e serve para planejar, auxiliar e até elaborar atividades específicas sobre o seu tema em nível regional ou diocesano pela evangelização da juventude.

Perfil – O pejoteiro costuma ser menor de 18 anos e vem a participar do grupo de jovens logo após a Crisma. Ele opta por buscar informações pela Internet e lê menos de seis livros por ano. Apesar de celebrar semanalmente as missas, não presta atenção em homilias. Foi possível constar também que o pejoteiro na Diocese tem pouco interesse em política partidária, não é engajado em nenhuma ONG, mas até aceitaria em ser doador de sangue e fazer trabalhos voluntários de educação popular. Para o pejoteiro, o principal problema em sua cidade é a violência. Aliás, ele considera as drogas e a falta de oportunidade e estudo como os principais fatores da violência urbana.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s