Pejoteiros, marxismo e oração aos pseudo-católicos

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A Pastoral da Juventude nunca foi01 marxista. Mas só seríamos marxistas se acreditássemos em Marx de que “a religião é o ópio do povo”, apesar do fanatismo de poucos fazer valer essa frase. Nos últimos dois dias, a PJ de Santos foi acusada justamente por celebrar uma missa diocesana. Isso mesmo, celebrar uma missa. Não é roubo, tráfico de drogas ou suruba, fomos acusados de pecadores por celebrar uma missa diocesana, conforme os ritos aceitos pelo Concílio Vaticano II: em torno do altar. Ainda por cima, desejaram difamar o nosso bispo Dom Jacyr Francisco Braido,cs.

Uma acusação justa, mas ofensiva e hostil, vinda de um grupo histérico de fanáticos. Dentre 1 bilhão de católicos no mundo, 500 mil fiéis (o Acre é habitado por 700 mil pessoas) divergem do papa Bento XVI e da Santa Sé, e, portanto, nem têm os sacramentos reconhecidos como cristãos (logo, suas missas são ilícitas), e, destes, somente uns vinte jovens, ao invés de evangelizar as pessoas, preferem denegrir todos os segmentos da Igreja Católica.

A maioria dessa minoria são pessoas que desprezam os avanços da Igreja e da sociedade por sentirem que Deus só se faz presente no sacrifício de seus ritos contrários à Igreja e abandonou o mundo atual. Assim, são fiéis que veem Cristo na discórdia em vez do diálogo inter-religioso e ecumênico, desejando que o Estado esteja atrelado somente à sua igreja, excluindo as demais. Enfim, repudiando a tradição e o Magistério da Igreja por causa de um fundamentalismo medieval.

Geralmente são pseudo-católicos que, em sua doutrina, além de desejarem o retorno da missa em latim em pleno ano de 2013: discordam sobre a existência de dinossauros; proíbem qualquer instrumento musical na Igreja; proíbem às mulheres de usarem calça; proíbem a formação de grupos e pastorais na Igreja – principalmente da Renovação Carismática Católica; opõem-se a todos os temas da Campanha da Fraternidade; querem a volta da tortura e da pena de morte pela Inquisição; e, preferencialmente, desejam exterminar com qualquer outra religião ou ideologia contrária a deles.

Por isso, pseudo-católicos nunca tentam dialogar com outras pessoas, mas apenas de condenar pseudo-erros que, na verdade, ao celebrarmos a Eucaristia é porque realmente valorizamos a companhia de Cristo entre nós jovens. Se nosso jeito católico de viver Cristo soa agressivo, em vez de rebatermos às críticas, como sinal de respeito, peço que você, leitor, reze nesse instante para que Deus possa perdoá-los e que talvez um dia eles possam felizmente ter um encontro verdadeiro com Ele.

*Por Lincoln Spada – Coordenador Diocesano da Pastoral da Juventude

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  1. Não dê ouvidos para esses fanáticos pseudo-católicos! Que Deus os ajude a entender seus santos mistérios com reverencia e humildade. Ana

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