Arquivo mensal: fevereiro 2013

PJ Santos na Campanha da Fraternidade: Paloma

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01A Pastoral da Juventude da Diocese de Santos está em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013 que abordará a juventude, que tem como lema: ‘Eis-me aqui, envia-me!’ (Is 6,8). E a partir da questão “Como a Igreja pode acolher a nossa geração?”, pejoteiros propõem atividades diferentes vivenciadas em suas comunidades sobre como animar os grupos de base de qualquer parte da Baixada Santista e do Brasil.  Neste mês de fevereiro, postaremos novos vídeos toda quarta e sexta-feira. Confira e compartilhe!

Paloma partilha a experiência dos jovens na Visita a Toca de Assis em Santos. Que tal realizar essa atividade em sua comunidade?

Evangelho de 3/mar: As vítimas não têm culpa

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Evangelho do 3º Domingo da Quaresma/Ano C (3/mar/13) – Lc 13,1-19

Naquele tempo, vieram contar a Jesus que Pilatos mandara derramar o sangue de certos galileus, juntamente com o das vítimas que imolavam. Jesus respondeu-lhes: «Julgais que, por terem sofrido tal castigo, esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus? Eu digo-vos que não. E se não vos arrependerdes, morrereis todos do mesmo modo. E aqueles dezoito homens, que a torre de Siloé, ao cair, atingiu e matou? Julgais que eram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? Eu digo-vos que não. E se não vos arrependerdes, morrereis todos de modo semelhante».

Jesus disse então a seguinte parábola: «Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi procurar os frutos que nela houvesse, mas não os encontrou. Disse então ao vinhateiro: ‘Há três anos que venho procurar frutos nesta figueira e não os encontro. Deves cortá-la. Porque há-de estar ela a ocupar inutilmente a terra?’ Mas o vinhateiro respondeu-lhe: ‘Senhor, deixa-a ficar ainda este ano, que eu, entretanto, vou cavar-lhe em volta e deitar-lhe adubo. Talvez venha a dar frutos. Se não der, mandá-la-ás cortar no próximo ano».

Faz exatamente um mês que 234 jovens faleceram em um incêndio numa casa noturna de Santa Maria (RS). Jovens com qualidades e defeitos, potencialidades e limitações, sonhos e tristezas, enfim, jovens como todos nós. Será que a morte no incêndio é porque eles eram pessoas de má índole ou o ocorrido se trata de uma fatalidade causada por outras situações? Nem todas as fatalidades são castigos divinos, sequer pode-se afirmar que as vítimas cumpriram seu projeto de vida, mas o que soa como conforto é que certamente devem estar ao lado de Deus, iluminando e acompanhando suas famílias. Essa mesma situação é perguntada para Jesus no Evangelho de Lucas.

O texto apresenta duas partes distintas, embora unidas pelo tema da conversão. Na primeira parte (cf. Lc 13,1-5), Jesus cita dois exemplos históricos que, no entanto, não conhecemos com exatidão (assassínio de alguns patriotas judeus por Pilatos e a queda de uma torre perto da piscina de Siloé). A conclusão que Jesus tira destes casos é bastante clara: aqueles que morreram nestes desastres não eram piores do que os que sobreviveram. Refuta, desta forma, a doutrina judaica da retribuição segundo a qual o que era atingido por alguma desgraça era culpado por algum grave pecado. Em contrapartida, Jesus pensa que, diante de Deus, todos os homens precisam de se converter. A última frase do vers. 5 (“se não vos arrependerdes perecereis todos do mesmo modo”) deve ser entendida como um convite à mudança de vida; se ela não ocorrer, quem vencerá é o egoísmo que conduz à morte.

Na segunda parte (cf. Lc 13,6-9), temos a parábola da figueira. Serve para ilustrar as oportunidades que Deus concede para a conversão. O Antigo Testamento tinha utilizado a figueira como símbolo de Israel (cf. Os 9,10), inclusive como símbolo da sua falta de resposta à aliança (cf. Jer 8,13) (uma ideia semelhante aparece na alegoria da vinha de Is 5,1-7). Deus espera, portanto, que Israel (a figueira) dê frutos, isto é, aceite converter-se à proposta de salvação que lhe é feita em Jesus; dá-lhe, até, algum tempo (e outra oportunidade), para que essa transformação ocorra. Deus revela, portanto, a sua bondade e a sua paciência; no entanto, não está disposto a esperar indefinidamente, pactuando com a recusa do seu Povo em acolher a salvação. Apesar do tom ameaçador, há no cenário de fundo desta parábola uma nota de esperança: Jesus confia em que a resposta final de todos nós à sua missão seja positiva.

PJ Santos na Campanha da Fraternidade: Paulo Jeffersom

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01A Pastoral da Juventude da Diocese de Santos está em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013 que abordará a juventude, que tem como lema: ‘Eis-me aqui, envia-me!’ (Is 6,8). E a partir da questão “Como a Igreja pode acolher a nossa geração?”, pejoteiros propõem atividades diferentes vivenciadas em suas comunidades sobre como animar os grupos de base de qualquer parte da Baixada Santista e do Brasil.  Neste mês de fevereiro, postaremos novos vídeos toda quarta e sexta-feira. Confira e compartilhe!

Paulo Jeffersom partilha a experiência da Caravana Jovem de sua paróquia em Praia Grande. Que tal realizar essa atividade em sua comunidade?

PJ Santos na Campanha da Fraternidade: Jonathan e Lucas

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01A Pastoral da Juventude da Diocese de Santos está em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013 que abordará a juventude, que tem como lema: ‘Eis-me aqui, envia-me!’ (Is 6,8). E a partir da questão “Como a Igreja pode acolher a nossa geração?”, pejoteiros propõem atividades diferentes vivenciadas em suas comunidades sobre como animar os grupos de base de qualquer parte da Baixada Santista e do Brasil.  Neste mês de fevereiro, postaremos novos vídeos toda quarta e sexta-feira. Confira e compartilhe!

Jonathan e Lucas partilham a experiência dos jovens nas ações sociais de suas paróquias em Cubatão. Que tal realizar essa atividade em sua comunidade?

Evangelho de 24/fev: Diálogo como sinal de respeito

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01Evangelho do 2º Domingo da Quaresma/Ano C (24/fev/13) – Lc 9,28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele.

Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

O patrão só contrata um estagiário se esse quiser conversar. A garota só aceita o rapaz se ele mostrar interesse. O professor só aumenta a nota do universitário, caso ele peça uma nova revisão. Enfim, os lábios servem para dialogarmos com outras pessoas, ainda mais nesse mundo tão globalizado e comunicativo. E nesta passagem da transfiguração, São Lucas aponta para um Cristo que já há dois milênios, em vez de desprezar outros profetas, convida-os a fazer parte de sua nova religião.

O relato da transfiguração de Jesus, mais do que uma crônica fotográfica de acontecimentos, é uma página de teologia; aí, apresenta-se uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que através da cruz concretiza um projeto de vida. O episódio está cheio de referências ao Antigo Testamento. O “monte” situa-nos num contexto de revelação (é “no monte” que Deus Se revela e que faz aliança com o seu Povo); a “mudança” do rosto e as vestes de brancura resplandecente recordam o resplendor de Moisés, ao descer do Sinai (cf. Ex 34,29); a nuvem indica a presença de Deus conduzindo o seu Povo através do deserto (cf. Ex 40,35; Nm 9,18.22;10,34).

Moisés e Elias representam a Lei e os Profetas (que anunciam Jesus e que permitem entender Jesus); além disso, são personagens que, de acordo com a catequese judaica, deviam aparecer no “dia do Senhor”, quando se manifestasse a salvação definitiva (cf. Dt 18,15-18; Mal 3,22-23). Eles falam com Jesus sobre a sua “morte” (“exodon” – “partida”) que ia dar-se em Jerusalém. A palavra usada por Lucas situa-nos no contexto do “êxodo”: a morte próxima de Jesus é, pois, vista por Lucas como uma morte libertadora, que trará o Povo de Deus da terra da escravidão para a terra da liberdade.

A mensagem fundamental é, portanto, esta: Jesus é o Filho amado de Deus, através de quem o Pai oferece aos homens uma proposta de aliança e de libertação. O Antigo Testamento (Lei e Profetas) e as figuras de Moisés e Elias apontam para Jesus e anunciam a salvação definitiva que, n’Ele, irá acontecer. Essa libertação definitiva dar-se-á na cruz, quando Jesus cumprir integralmente o seu destino de entrega, de dom, de amor total. É esse o “novo êxodo”, o dia da libertação definitiva do Povo de Deus.

PJ Santos na Campanha da Fraternidade: Juliana e Tamiris

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01A Pastoral da Juventude da Diocese de Santos está em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013 que abordará a juventude, que tem como lema: ‘Eis-me aqui, envia-me!’ (Is 6,8). E a partir da questão “Como a Igreja pode acolher a nossa geração?”, pejoteiros propõem atividades diferentes vivenciadas em suas comunidades sobre como animar os grupos de base de qualquer parte da Baixada Santista e do Brasil.  Neste mês de fevereiro, postaremos novos vídeos toda quarta e sexta-feira. Confira e compartilhe!

Juliana e Tamiris partilham a experiência dos jovens na Gincana Bíblica de sua paróquia em Santos. Que tal realizar essa atividade em sua comunidade?

PJ Santos na Campanha da Fraternidade: Emilly

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01A Pastoral da Juventude da Diocese de Santos está em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013 que abordará a juventude, que tem como lema: ‘Eis-me aqui, envia-me!’ (Is 6,8). E a partir da questão “Como a Igreja pode acolher a nossa geração?”, pejoteiros propõem atividades diferentes vivenciadas em suas comunidades sobre como animar os grupos de base de qualquer parte da Baixada Santista e do Brasil.  Neste mês de fevereiro, postaremos novos vídeos toda quarta e sexta-feira. Confira e compartilhe!

Emilly partilha a experiência dos jovens na Visita às Instituições de Caridade de sua paróquia em Guarujá. Que tal realizar essa atividade em sua comunidade?

Carta de renúncia de Bento XVI como papa

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01Papa Bento 16 a renúncia ao pontificado nesta segunda-feira (11), segundo o Vaticano. Em comunicado, Bento 16 disse que vai deixar o cargo devido à idade avançada, por “não ter mais forças” para exercer o cargo.

O papado de Joseph Aloisius Ratznger começou em 2005. Esta é apenas a segunda vez que um Papa da Igreja Católica renuncia ao pontificado. O Papa deve deixar o Vaticano em 28 de fevereiro. Em uníssono com toda a Igreja, a Pastoral da Juventude da Diocese de Santos segue em oração pela saúde de Bento XVI e pelo discernimento dos cardeais na escolha do próximo Sumo Pontífice.

Queridísimos irmãos,

Convoquei-os a este Consistório, não só para as três causas de canonização, mas também para comunicar-vos uma decisão de grande importância para a vida da Igreja.

Após ter examinado perante Deus reiteradamente minha consciência, cheguei à certeza de que, pela idade avançada, já não tenho forças para exercer adequadamente o ministério petrino. Sou muito consciente que este ministério, por sua natureza espiritual, deve ser realizado não unicamente com obras e palavras, mas também e em não menor grau sofrendo e rezando.

No entanto, no mundo de hoje, sujeito a rápidas transformações e sacudido por questões de grande relevo para a vida da fé, para conduzir a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor tanto do corpo como do espírito, vigor que, nos últimos meses, diminuiu em mim de tal forma que eis de reconhecer minha incapacidade para exercer bem o ministério que me foi encomendado.

Por isso, sendo muito consciente da seriedade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao Ministério de Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, que me foi confiado por meio dos Cardeais em 19 de abril de 2005, de modo que, desde 28 de fevereiro de 2013, às 20 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro ficará vaga e deverá ser convocado, por meio de quem tem competências, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Queridísimos irmãos, lhes dou as graças de coração por todo o amor e o trabalho com que levastes junto a mim o peso de meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos.

Agora, confiamos à Igreja o cuidado de seu Sumo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e suplicamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista com sua materna bondade os Cardeais a escolherem o novo Sumo Pontífice. Quanto ao que diz respeito a mim, também no futuro, gostaria de servir de todo coração à Santa Igreja de Deus com uma vida dedicada à oração.

Vaticano, 10 de fevereiro 2013.

Evangelho de 17/fev: Tentações ao escolher um tênis

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01Evangelho do 1º Domingo da Quaresma/Ano C (17/fev/13) – Lc 4,1-13

Naquele tempo, Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-Se das margens do Jordão. Durante quarenta dias, esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado pelo diabo. Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome. O diabo disse-lhe: «Se és Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem’».

O diabo levou-O a um lugar alto e mostrou-Lhe num instante todos os reinos da terra e disse-Lhe: «Eu Te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram confiados e os dou a quem eu quiser. Se Te prostrares diante de mim, tudo será teu». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Ao Senhor teu Deus adorarás, só a Ele prestarás culto’».

Então o demônio levou-O a Jerusalém, colocou-O sobre o pináculo do Templo e disse-Lhe:«Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo,porque está escrito:‘Ele dará ordens aos seus Anjos a teu respeito,para que te guardem’; e ainda: ‘Na palma das mãos te levarão,para que não tropeces em alguma pedra’». Jesus respondeu-lhe:«Está mandado: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’». Então o diabo, tendo terminado toda a espécie de tentação,retirou-se da presença de Jesus, até certo tempo.

Existe três tipos de tênis. O barato, feio e confortável, que passa despercebido pelo estoque. O barato, bonito e ruim, que mais leva jeito para bigorna. O caríssimo, lindo, maravilhoso e com validade de três meses. É bem verdade que o visual e a marca valem mais na vitrina, mas aquele primeiro tênis, bem escondido ali atrás da prateleira, vale bem mais em seus pés. Apesar do dito popular querer unir o útil ao agradável, as escolhas da vida por vezes nos levam a más experiências. Isso também se reflete na vida cristã.

Lucas apresenta então a catequese sobre as opções de Jesus, em três episódios ou “parábolas”. O relato constrói-se em torno de um diálogo em que tanto o diabo como Jesus citam a Escritura em apoio da sua opinião. Na primeira, Jesus prefere seguir o caminho do Pai não passa pela acumulação egoísta de bens ao invés de utilizar a sua divindade para resolver qualquer necessidade material supérflua.

Na segunda, Jesus prefere não se corromper às políticas que visam poder, domínio e prepotência, mas de dignificar somente a Deus ao estar em diálogo com toda a população. Na última parábola, é a vez de Jesus desprezar um caminho de êxito fácil, mostrando o seu poder através de gestos espectaculares e sendo admirado e aclamado pelas multidões em nome de Deus (como músicos católicos e religiosos que vivem do lucro de suas igrejas), e afirma que “não utilizar os dons de Deus ou a bondade de Deus com um fim egoísta e interesseiro”. Assim, sigamos o exemplo de Cristo em buscarmos o voluntariado e a generosidade em nossas ações.

PJ Santos na Campanha da Fraternidade: Karol

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01A Pastoral da Juventude da Diocese de Santos está em sintonia com a Campanha da Fraternidade de 2013 que abordará a juventude, que tem como lema: ‘Eis-me aqui, envia-me!’ (Is 6,8). E a partir da questão “Como a Igreja pode acolher a nossa geração?”, pejoteiros propõem atividades diferentes vivenciadas em suas comunidades sobre como animar os grupos de base de qualquer parte da Baixada Santista e do Brasil.  Neste mês de fevereiro, postaremos novos vídeos toda quarta e sexta-feira. Confira e compartilhe!

Karol partilha a experiência dos jovens na Gincana de Crisma de sua paróquia em Guarujá. Que tal realizar essa atividade em sua comunidade?