Diário da Missão Jovem: Em pares na evangelização e no lazer

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Nos dias seguintes à adoração ao Santíssimo Sacramento, as bênçãos de multiplicaram na vida dos pejoteiros hospedados no Centro Comunitário do São Bento. Na terça, cada um estava mais entusiasmado a levar a Palavra aos ladres do Morro da Penha. À noite, celebraram as alegrias de partilhar a vida em Cristo em missa na Paróquia Nossa Senhora da Assunção. E no salão da comunidade, receberam Jam Pawlak, da ONH-U, e o ativista Amorim Melo para debater qual é o reflexo das recentes manifestações nas ruas com o modo de vida de nós, jovens.

Na quarta-feira, os jovens missionários participaram de um dia de lazer: de manhã, foram ao Ginásio Municipal do São Bento; de tarde, visitaram pontos turísticos do Centro Histórico, como o Museu de Arte Sacra de Santos e o Santuário Santo Antônio do Valongo; de noite, em louvor, prepararam um festivo luau na Lagoa da Saudade, no morro da Nova Cintra. Até mesmo os transeuntes aceitaram entrar na roda animada da PJ para celebrar as graças do dia a dia. Confira os breves depoimentos de alguns missionários:

1) Entre os melhores momentos da missão, a palestra sobre manifestações, porque a forma que a palestrante abordou o assunto foi demais. Ela sabia o que estava falando, e não estava defendendo o governo. Fora que ela falou sobre a Internet também: que a gente devia usá-la de forma correta. (Thais Santos, de Santos)

2) Primeiramente, o que me marcou foi a visita à Lagoa da Saudade, na qual os jovens marginalizados, participaram por conta própria da oração. (Gisele Cruz, de Guarujá)

3) O momento que mais me marcou foi na casa de uma mulher que me contou a história de seu sonho, e me mostrou que Deus fala conosco pelos sonhos. O que me mudou foi na parte de reclamar da vida, perceber que as pessoas passam por coisas piores que eu. Eu que tenho as coisas e reclamo, elas têm pouco e se alegram. Tenho que agradecer a Deus por isso. (Crysthian de Oliveira Domingues, de Praia Grande)

4) Muitos momentos me marcaram. Quando eu visitei a casa de uma senhora, ela só tinha 70% de uma vista e a outra já estava cega, e, ela disse que fazia todos os afazeres e que todo dia ela agradecia a Deus, que ela não tinha medo de morrer, e que tinha uma perna menor que a outra, aí todos os sapatos dela tinham um saltinho. Então quando eu saí da casa dela, eu percebi que a gente não precisa de muita coisa para sermos feliz. (Ângela Gomes, de Praia Grande)

5) A missão nos morros me fez ver a vida de um jeito mais simples e com muita humildade mostrando que os verdadeiros ricos são aqueles que têm amor no coração. (Yago Cardoso, de São Vicente)

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