Arquivo mensal: fevereiro 2014

PJ Santos reinicia suas atividades com Dom Bosco

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01Já faz mais de um mês que a PJ Diocesana celebrou o reinício das atividades diocesanas com o padroeiro São João Bosco. Mais de 200 jovens celebraram a memória do santo de nossa geração na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro, em Guarujá.

A missa foi presidida pelo pároco Luiz Aparecido Tegami,sdb, seguida de almoço e brinquedos disponíveis para o público, como touro mecânico, cama elástica e futebol de sabão. Destaque também para o 1º Show de Talentos, em que pejoteiros de vários municípios apresentaram suas habilidades artísticas (dança e teatro). O assessor Ricardo França registrou alguns momentos em seu álbum no Facebook.

PJ Santos em comunhão na ampliada de janeiro

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Os pejoteiros de Santos começaram o ano com o pé direito. Coordenadores diocesanos, regionais e assessores participaram da reunião em que foi aprovado o calendário da pastoral na Diocese de Santos. No dia, foi apresentado também Igor Oliveira na equipe de assessoria e Mariana Cancio como a mais nova secretária diocesana. Baixe aqui a ata da Ampliada.

Evangelho comentado de 2 de março

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No Evangelho do 8º Domingo Comum (2/mar, Mt 6,24-34), Jesus, recorreu a metáforas tomadas da natureza, próprias do seu entorno nas terras mais férteis da Galileia, onde passou sua infância e sua adolescência —os lírios do campo e os pássaros do céu— nos lembram que Deus Pai é providente e que, se vela pelas suas criaturas mais débeis, tanto mais o fará pelos seres humanos, suas criaturas prediletas (cf. Mt 6,26.30).

O texto de Mateus é de um caráter alegre e otimista, onde encontramos um Filho muito orgulhoso do seu Pai porque este é providente e vela constantemente pelo bem-estar da sua criação. Esse otimismo de Jesus não somente deve ser o nosso para que nos mantenhamos firmes na esperança —«Não vivais preocupados» (Mt 6,31)— quando surgem as situações duras em nossas vidas. Também deve ser um incentivo para que nós sejamos providentes num mundo que necessita viver o que é a verdadeira caridade, ou seja, o oferecimento do amor em ação.

Geralmente, nos dizem que temos de ser os pés, as mãos, os olhos, os ouvidos, a boca de Jesus em meio do mundo, mas, no sentido da caridade a situação e ainda mais profunda: Temos de ser isso mesmo, mas do Pai providente dos céus. Os seres humanos estamos chamados a fazer realidade essa Providência de Deus, sendo sensíveis e acundido em auxílio dos mais necessitados.

Em palavras de Bento XVI, «Destinatários do amor de Deus, os homens são constituídos sujeitos de caridade, chamados a fazerem-se eles mesmos instrumentos da graça, para difundir a caridade de Deus e tecer redes de caridade». Mas, também lembrou-nos o Santo Pai que a caridade tem que ir acompanhada da Verdade que é Cristo, para que não se transforme num mero ato de filantropia, despojada de todo o sentido espiritual cristão próprio dos que vivem segundo nos ensinou o Mestre.

Rev. Pe. Floyd L.
McCoy Jordán (Porto Rico)

Inscrições para GT Diocesanos

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Os Grupos de Trabalho (GT) Diocesanos são equipes formadas por jovens pejoteiros de qualquer comunidade ou município com objetivo de realizar uma atividade ou evento específico na Diocese, sempre acompanhado pela Coordenação Diocesana da Pastoral da Juventude (Codijuv). Reuniões presenciais ou virtuais e atividades dependem da necessidade de cada grupo.

Nesse caso, estão abertas inscrições para interessados aos GTs de Comunicação (objetivo de ajudar alimentar as redes sociais da PJ e divulgação de eventos), de Missão (objetivo de planejar e organizar atividades missionárias) e de Espiritualidade (objetivo de criar e fornecer subsídios a grupos sobre o tema, além de incentivar vivências espirituais nas comunidades). As inscrições pelo blog seguem até 8/mar.

Evangelho comentado de 23 de fevereiro

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No Evangelho do 7º Domingo Comum, a Palavra de Deus nos ensina que a fonte original e a medida da santidade estão em Deus: «Sede, portanto, perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5,48). Ele inspira-nos, e caminhamos para ele. O caminho é percorrido sob a nova lei, a lei do Amor. O amor é o condutor seguro dos nossos ideais, expresso tão certeiramente neste quinto capítulo do Evangelho de São Mateus.

A antiga lei de Talião do livro do Êxodo (cf. Ex 21,23-35) — que pretendia ser uma lei que evitasse as vinganças implacáveis e restringir o “olho por olho”, a apologia da guerra — é definitivamente superada pela lei do amor. Nestes versículos entrega-se toda uma Carta Magna da oral crente: o amor de Deus ao próximo.

O Papa Bento XVI disse-nos: «Só o serviço ao próximo abre os meus olhos ao que Deus faz por mim e ao muito que me ama». Jesus apresenta-nos a lei de uma justiça superabundante, pois o mal não se vence causando mais dano, mas expulsando-o da nossa vida, cortando assim a sua eficácia contra nós.

Para vencer —diz-nos Jesus — é preciso ter um grande domínio interior e a suficiente claridade de saber por qual lei nos regemos: a lei do amor incondicional, gratuito e magnânimo. O amor levou-O à cruz, pois o ódio vence-se com amor. Este é o caminho da vitória, sem violência, com humildade e amor gozoso, pois Deus é Amor feito ação.

E se os nossos atos procedem deste mesmo amor que não defrauda, o Pai nos reconhecerá como seus filhos. Este é o caminho perfeito, o do amor superabundante que nos põe na corrente no Reino, cuja expressão mais fiel é a sublime manifestação do transbordante amor que Deus derramou nos nossos corações pelo dom do Espírito Santo (cf. Rom 5,5).

Pe. José Plaza Monárdez (Calama, Chile)

Evangelho comentado de 16 de fevereiro

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No evangelho do 6º Domingo Comum (16/fev), Jesus nos diz: «Vim para cumprir a Lei» (Mt 5, 17). O que é a Lei? O que são os Profetas? Por Lei e Profetas, entendem-se dois conjuntos distintos de livros do Antigo Testamento. A Lei refere-se aos escritos atribuídos a Moisés; os Profetas, como o próprio nome o indica, são os escritos dos profetas e os livros sapienciais.

No Evangelho, Jesus refere-se àquilo que consideramos o resumo do código do Antigo Testamento: os mandamentos da lei de Deus. Segundo o pensamento de Jesus, a Lei não consiste em princípios meramente externos. Não. A Lei não é uma imposição vinda de fora. Muito pelo contrário. Na verdade, a Lei de Deus corresponde ao ideal de perfeição que está radicado no coração de cada homem.

Esta é a razão pela qual o cumpridor dos mandamentos não somente torna-se realizado em suas aspirações humanas, mas também atinge a perfeição do cristianismo, ou, nas palavras de Jesus, atinge a perfeição do reino de Deus: «Quem os praticar e ensinar, será considerado grande no reino dos céus» (Mt 5, 19).

«Eu, porém, digo-vos» (Mt 5,22). O cumprimento da Lei não se resume à letra, visto que “a letra mata, mas o espírito vivifica” (2Cor 3,6). É neste sentido que Jesus empenha sua autoridade para interpretar a Lei segundo seu espírito mais autêntico. Na interpretação de Jesus, a Lei é ampliada até as suas últimas consequências: o respeito pela vida está ligado à erradicação do ódio, da vingança e da ofensa; a castidade do corpo passa pela pureza das intenções; a perfeição do matrimônio passa pela fidelidade e pela indissolubilidade; a verdade da palavra dada passa pelo respeito aos pactos.

Ao cumprir a Lei, Jesus, «revela o homem ao próprio homem e manifesta-lhe sua vocação mais profunda» (Concílio Vaticano II). O exemplo de Jesus convida-nos àquela perfeição da vida cristã que realiza com ações o que se prega com palavras.

Reflexão do Pe. Givanildo dos
Santos Ferreira (Brasília/DF)