Entrevista com pejoteiro Felipe Moscatello

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01Felipe dos Santos Moscatello
Data de Nascimento: 3/abr/1982
Comunidade de origem: Nossa Senhora da Conceição/Itanhaém
Profissão: Funcionário Público
Funções pastorais: Assessor diocesano (2004-2014)

CONVITE. Comecei no Crisma. Algumas pessoas do crisma sentia falta de alguma atividade, aí resolveram fundar um grupo de jovens (na época, o grupo não tinha nome) e demorou um ano para encontrar a Pastoral da Juventude.

NA COMUNIDADE. O grupo se reunia semanalmente, tinha uma missa aos sábados e nos meses de maio e junho eles faziam a campanha do agasalho. Depois o grupo foi ao fim, mas depois nasceu com a Gincana Vocacional com a identidade da PJ. O grupo se chamava Araponga e era chamado por conta do mascote da gincana. Uma vez por mês promovia passeio e ajudava na festa da paróquia.

NA DIOCESE. Marcante sempre foi o primeiro evento, o meu foi o CAJA (Curso para Animadores de Jovens e Adolescentes, 1997), no Valongo. Foi o primeiro curso que fiz e conheci mais a PJ, depois comecei a trabalhar mais no grupo, começamos a ter mais integrantes. Quando virei coordenador regional, acabei passando alguns cursos como CDL, CAJA em nível regional e diocesano. Depois de um tempo, tive uma conversa com o pessoal da Codijuv (Coordenação Diocesana da Pastoral da Juventude) para fazer os cursos junto com a assessoria em blocos. Passar todos os cursos juntos durante dois anos com módulos independentes.

INFLUÊNCIAS. Enquanto fazia parte da PJ, também trabalhei com a Pastoral da Comunicação (PasCom). Era o que tinha mais contato, na qual trabalhei em nível regional e diocesana, ajudando na parte de estrutura da paróquia. Também ajudei na estrutura da PJ aqui no litoral, que somos a região mais nova, e acabei virando coordenador de CPP. A PJ me ajudou a “conhecer o mundo”. A pastoral tem que ter essa função de “abrir mentes”, não ser fechada, deve transformar pessoas. Tem trabalho com uma ONG (Ubrajuv) que hoje se encontra desativada. A ubrajuv trabalhava em incentivar o jovem na caminhada e na participação sócio-política. Participei de grupos na organização do Plano Nacional de Juventude e Fórum Social Mundial. Trabalhei com coroinhas, fui o coordenador deles, sempre tentando passar algo mais além de apenas servir, mas ir formando eles no estilo PJ. O pessoal acabou formando grupos depois. Ajudei na organização Pastoral Juvenil da Congregação Marista. Devido a minha participação na PJ e da Igreja, fui eleito conselheiro tutelar e exerci de 2008 a 2011 e fui presidente do Conselho Tutelar de Itanhaém.

CONVITE. “Deus é o caminho para todas as coisas é a nossa motivação”. A PJ que me abriu o caminho para o engajamento social e comunitário, o trabalho na igreja é algo que nos fortalece na caminhada, nos alimenta para não desistir dos nossos problemas, pessoais e profissionais, é algo que nos da esperança para não desistir. Hoje em dia, mais do que um convite, temos que dar um exemplo para um jovem e não temos que ter vergonha de ser PJ, falar quem vocêé, mostrar que ser pastoral é algo bom, assim vai convidar jovens naturalmente para o caminho.

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