Entrevista com o pejoteiro Igor Oliveira

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01Igor de Lima Oliveira
Data de Nascimento: 6/fev/1983
Comunidade de origem: Beato José de Anchieta – São Vicente
Funções pastorais: Coordenador Paroquial, Coordenador Regional, Coordenador Diocesano (2009-2010), Coordenador Regional (2011), Assessor Diocesano (2014)
Profissão: Técnico de planejamento da Petrobras

CONVITE. Na época tinha 20 anos, tinha acabado de fundar o grupo de Crisma. Mas no começo era da Renovação Carismática. Com a segunda turma, quis dar um toque de PJ. O padre queria um grupo que fosse a missa, rezasse o terço, e também queria um grupo que fizesse obras sociais. Assim, o padre concordou que tivesse um grupo de crisma, que acabou se tornando o GESAC. A Cristiane, coordenadora diocesana de São Vicente (2001-2002) na época, convidou o Gesac para ser o grupo regional da Gincana Vocacional, que acabou ficando em 3° lugar.

NA COMUNIDADE. No primeiro ano de grupo, sentimos a falta de uma assessora para ter mais conhecimento sobre a juventude. De começo o grupo Gesac tinha um coordenador, vice, secretária, assessora, também fazia um fim de semana de oração, um de formação, um de gesto concreto e um outro de recreação na arena que se encontra ao lado da paróquia mensalmente. Assim foram conquistando coisas, como espaço para ter sua própria missa. O amigo Dênio (o então vice) e eu sempre estávamos em sintonia. Nos reuníamos pra rezar o terço e montar o encontro do jeito PJ de ser, conversando e jogando idéias na roda: O Gesac deu certo por conta destas reuniões. Inventamos o evento “a noite do Brotinho” para arrecadarem dinheiro para fazer o forro do salão da Igreja. Conseguiram arrecadar 600 reais junto com o antigo grupo da Paróquia Nossa Senhora das Graças, o Conseg.

NA DIOCESE. Na PJ, participei dos cursos de formação. O primeiro curso que ele participou era o CDL (Curso de Dinâmica para Líderes), que foi em Praia Grande e que acabou mudando algumas coisas no grupo. Foi o começo dos GTs, que percebi que o grupo precisava de dinâmicas, espiritualidade, e foi quando assumiu de fato o grupo. Depois de um ano de grupo, houve um problema com o padre,  por ter feito uma rifa sem sua permissão. Com isso, foui afastado da coordenação e das demais funções na paróquia. Acabei dando prioridade a PJ. O Ricardo França e Júnior CAE me convidaram para ser coordenador regional de São Vicente. Aceitei e depois chamei meu amigo Dênio. Na assembleia seguinte, fui eleito coordenador diocesano com o Dênio e assim veio a minha primeira decepção diocesana. Mesmo ele tendo vontade, as outras pessoas não se comprometeram com a coordenação da PJ, afetando todo o trabalho durante o ano de 2010.

INFLUÊNCIAS. A PJ me influenciou a montar um grupo de jovens. Pois eu já participava da minha comunidade como coroinha, catequista, Legião de Maria Juvenil, coordenador de coroinhas, grupo de oração p jovens (RCC), catequista de Crisma… Sem contar a formação que tive no Seminário em Família durante 2 anos. Foi no Seminário em Família que amadureci o ser cristão e foi na PJ que complementei todo o amadurecimento como jovem cristão. A PJ influenciou muito no meu trabalho. Me considero uma liderança o tempo todo. Me sinto muito a vontade nas reuniões de coordenadoria e gerencias, para expor meu ponto de vista e pensamentos. O ponto mais forte eh me sentir sempre motivado para animar meus companheiros de trabalho e meus comandados. Aprendi a ser líder tanto na igreja como no trabalho e descobri q ser chefe é burrice. (risos) É melhor ser respeitado do que ter seu saco puxado o tempo todo.

CONVITE. Deus é tudo na minha vida. Tudo é por Cristo, com Cristo e em Cristo. E quando deixo-o de lado, parece que tudo desanda. Deus está sempre com a gente, mas a gente muitas vezes não quer ficar com ele. Deus é o sentido da minha vida. Jesus eh a fonte que sacia minhas fraquezas, é o centro de todas as coisas e é a minha meta. E a igreja é o meio de chegar a Jesus. A igreja-povo é o lugar onde pratico a vivência desse Deus que me faz bem, é a Igreja q me incentiva a praticar a caridade e a ação comunitária. A PJ é a parte da igreja que me identificou como jovem cristão católico e missionário. É por causa da PJ que hoje entendo melhor o que ser parte da historia. E foi a PJ que me fez o homem que sou hoje. E hoje eu convidaria ao jovem para fazer parte da PJ para que deixe de ser mais um. Convido você para ser um protagonista da sua história, pois é aqui que se ensina a dar o pão para quem tem fome e é aqui que você sacia a sua sede de justiça.

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