Arquivo mensal: janeiro 2015

ROGAI POR NÓS, SÃO JOÃO BOSCO! PADROEIRO DA JUVENTUDE.

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Seu sim, fez da Igreja mais alegre. Do clero, mais brincalhão – sem perder a seriedade pastoral e a santidade.

Por sua missão, ternura e obediência se aprendeu muito, especialmente a cativar os jovens. A compreendê-los, ama-los e a não estigmatizar mesmo aqueles em situação de marginalidade.

200 anos de São João Bosco e quem agradece? Somos nós, fiéis por seu testemunho que ensina e dá força.

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PADRES DO 11º ENPJ ESCREVEM CARTA ABERTA

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O quanto uma pastoral pode interferir em nosso projeto de vida ao longo da caminhada? Quantos profissionais da educação, assistentes sociais, vocacionados e tantos outros não são hoje fruto do marcante papel que a Pastoral da Juventude teve em suas vidas?

Inspirados por essa e em outras perguntas, os padres presentes no 11º ENPJ – 18 a 25/jan – sediado em Manaus/AM (que fizeram uma opção religiosa também inspirada pela PJ) escreveram carta aberta destinada a toda Igreja.

Confira aqui a carta na íntegra.

CARTA PAPAL AOS PEJOTEIROS DO 11º ENPJ

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Durante a semana do 11º ENPJ – Encontro Nacional da Pastoral da Juventude – sediado em Manaus/AM dos dias 18 a 25 de janeiro, os pejoteiros que ali participavam tiveram uma grata surpresa: uma histórica carta enviada pelo próprio Papa Francisco.

Não é a primeira vez que o Papa surpreende os encontros de movimentos e pastorais com palavras que animam o espírito. O 13º Intereclesial da CEBs, realizado ano passado na cidade de Crato/CE também foi agraciado por uma de suas mensagens.  Dessa forma, assim como o Papa João Paulo II era lembrado pela juventude e Bento XVI pelas questões da Fé, Francisco tem marcado como o “Papa Pastoral”, encorajando aqueles que trabalham diretamente nas comunidades.

“Nunca percam a esperança e a utopia, vocês são os profetas da esperança, são o presente da sociedade e da nossa amada Igreja e por sobre todo são os que podem construir uma nova Civilização do amor”.

Leia mais: http://www.pj.org.br/blog/padres-escrevem-carta-aberta-no-enpj/

2° Show de Talentos

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Já se inscreveu ou inscreveu seu grupo para participar do 2° show de talentos que vai rolar após a missa de Dom Bosco?

Não? Está esperando o quê?

Já começaram as inscrições para o 2º Show de talentos da PJ Diocese de Santos!

Podem participar grupos, trios, duplas ou até mesmo performance solo, o importante é a participação e a representação dos grupos.

Chegou a hora de conhecermos o que a nossa Diocese tem de melhor!

Haverá premiações para 1º, 2º e 3º Lugar!

As inscrições vão até o dia 25/01/15 então CORRA!

ATENÇÃO: A Missa se inicia ás 10 horas, o Show de talentos será após a missa!

https://docs.google.com/forms/d/159-tCrGQEjCfIFJ9WE2E80XDA4c8vQSwLDsqUb6wkvk/edit

2° Show de Talentos

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Já se inscreveu ou inscreveu seu grupo para participar do 2° show de talentos que vai rolar após a missa de Dom Bosco?

Não? Está esperando o quê?

Já começaram as inscrições para o 2º Show de talentos da PJ Diocese de Santos!

Podem participar grupos, trios, duplas ou até mesmo performance solo, o importante é a participação e a representação dos grupos.

Chegou a hora de conhecermos o que a nossa Diocese tem de melhor!

Haverá premiações para 1º, 2º e 3º Lugar!

ATENÇÃO: A Missa se inicia ás 10 horas, o Show de talentos será após a missa!

 

Regulamento

 

Objetivo

Divulgar e explorar os talentos dos grupos de jovens da Pastoral da Juventude da Diocese de Santos.
Promover entretenimento cultural durante a grande festa em louvor à São João Bosco.

 

Participação

Pode participar do Show de Talentos qualquer membro de grupo de base/jovens ou de paróquias da Diocese de Santos, com idade entre 14 à 30 anos, independente do segmento ou modalidade a ser apresentada, desde, que realize sua inscrição junto à organização do evento.

Prazo de inscrições: As inscrições irão até as 00:00 hs do dia 26/01/15

 

Observação

Para se inscrever, os interessados deverão preencher todos os campos do formulário de inscrição presente no blog da PJ santos https://https://docs.google.com/forms/d/159 tCrGQEjCfIFJ9WE2E80XDA4c8vQSwLDsqUb6wkvk/edit

Local e horário para apresentações: A realização do evento será em Guarujá após a missa de Dom Bosco, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro.

Tempo mínimo para cada apresentação: 3 minutos
Tempo máximo para cada apresentação: 10 minutos

 

Modalidades a serem apresentadas

Os interessados podem se apresentar nas diferentes modalidades artísticas como:

Música;
Dança;
Teatro;
Mágica;
Stand-up Comedy;
outros.

Disposições gerais

Os coordenadores deverão informar os equipamentos necessários à apresentação, visto que instrumentos, vestimentas e equipamentos específicos deverão ser providenciados pelos músicos. A organização do evento disponibilizará 3 microfones, 1 caixa de som amplificada e 2 jovens assistentes para a instalação breve dos equipamentos e instrumentos da banda ou participante(s).
Após ser chamado, a atração terá uma tolerância de 5 minutos para estar pronta à iniciar a atividade proposta. A ordem das apresentações dos participantes nas respectivas categorias será elaborada antecipadamente pela organização do evento.
A responsabilidade das apresentações é exclusiva dos participantes, não sendo admitidas as participações de conteúdo ofensivo, calunioso, difamatório, racista, de incitação à violência ou qualquer forma de comportamento imoral.
Serão desclassificados do concurso, o grupo e os participantes que desrespeitarem de qualquer forma os membros da comissão julgadora, coordenadores, jovens da plateia, clero ou qualquer pessoa presente ou não no evento, tal como, as disposições do presente regulamento.

 

Premiações

Haverá premiações para os grupos que ficarem em 1º, 2º e 3º lugar respectivamente, sendo estes julgados por uma comissão formada por 4 juízes imparciais eleitos pela organização que julgarão os seguintes quesitos:

*Interpretação
*Performance
*Animação
*Harmonia

As notas serão atribuídas na escala de 1 a 10 sendo 1 nada satisfatório e 10 muito satisfatório, visto que os juízes atribuirão as notas de acordo com o desempenho global da apresentação, não considerando notas individuais, nos casos em que os grupos são formados por mais de 1 participante.

 

Mariana Cancio

Secretaria Diocesana

Missa em louvor a São João Bosco

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A missa diocesana será dia 01/fev, às 10h, na Matriz de Guarujá (Av. Puglisi/Praça da Matriz), presidida pelo Padre Luiz Aparecido Tegami e após a missa teremos nosso 2° Show de Talentos.

Quem é São João Bosco?

João Melquior Bosco nasceu no dia 16 de agosto de 1815, numa família católica de humildes camponeses em Castelnuovo d’Asti, no norte da Itália, perto de Turim. Órfão de pai aos dois de idade cresceu cercado do carinho da mãe, Margarida, e amparo dos irmãos. Recebeu uma sólida formação humana e religiosa, mas a instrução básica ficou prejudicada, pois a família precisava de sua ajuda na lida do campo.

Aos nove anos, teve um sonho que marcou a sua vida. Nossa Senhora o conduzia junto a um grupo de rapazes desordeiros que o destratava. João queria reagir, mas a Senhora lhe disse: “Não com pancadas e sim com amor. Torna-te forte, humilde e robusto. À seu tempo tudo compreenderás”. Nesta ocasião decidiu dedicar sua vida a Cristo e a Mãe Maria; quis se tornar padre. Com sacrifício, ajudado pelos vizinhos e orientado pela família, entrou no seminário de Chieri, daquela diocese.

Inteligente e dedicado, João trabalhou como aprendiz de alfaiate, ferreiro, garçom, tipógrafo e assim, pôde se ordenar sacerdote, em 1841. Em meio à revolução industrial, aconselhado pelo seu diretor espiritual, padre Cafasso, desistiu de ser missionário na Índia. Ficou em Turim, dando início ao seu apostolado da educação de crianças e jovens carentes. Este “produto da era da industrialização” se tornou a matéria prima de sua Obra e vida.

Neste mesmo ano, criou o Oratório de Dom Bosco, onde os jovens recebiam instrução, formação religiosa, alimentação, tendo apoio e acompanhamento até a colocação em um emprego digno. Depois, sentiu necessidade de recolher os meninos em internatos-escola, em seguida implantaram em toda a Obra as escolas profissionais, com as oficinas de alfaiate, encadernação, marcenaria, tipografia e mecânica, repostas às necessidades da época. Para mestres das oficinas, inventou um novo tipo de religioso: o coadjutor salesiano.

Em 1859, ele reuniu esse primeiro grupo de jovens educadores no Oratório, fundando a Congregação dos Salesianos. Nos anos seguintes, Dom Bosco criou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e os Cooperadores Salesianos. Construiu, em Turim, a basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, e fundou sessenta casas salesianas em seis países. Abriu as missões na América Latina. Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples.

Dom Bosco agia rápido, acompanhou a ação do seu tempo e viveu o modo de educar, que passou à humanidade como referência de ensino chamando-o de “Sistema Preventivo de Formação”. Não se esqueceu do seu sonho de menino, mas, sobretudo compreendeu a missão que lhe investiu Nossa Senhora. Quando lhe recordavam tudo o que fizera, respondia com um sorriso sereno: “Eu não fiz nada. Foi Nossa Senhora quem tudo fez”.

Morreu no dia 31 de janeiro de 1888. Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1934. São João Bosco, foi proclamado “modelo por excelência” para sacerdotes e educadores. Ecumênico, era amigo de todos os povos, estimado em todas as religiões, amado por pobres e ricos; escreveu: “Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas” e se fez , ele próprio, o exemplo perfeito desta máxima.

Deseja saber mais sobre a história de Dom Bosco Padroeiro da Juventude?

Assista ao filme: Dom Bosco – Uma vida para os Jovens.

link:https://www.youtube.com/watch?v=vB6Lo27F1JE

Fonte:

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo&id=147

 Mariana Cancio

Secretaria Diocesana

Um dia de liberdade – ação de Dom Bosco

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10921797_711988482250526_51480243_nEm 1845, na estrada para Stupinigi, fora aberta uma nova prisão em Turim: a Generala. Era um reformatório de rapazes, com capacidade para trezentos. Dom Bosco freqüentava-a regularmente. Procurava fazer-se amigo daqueles pobres rapazes, condenado (quase sempre) por roubo ou vadiagem.

Dividiam-se em três categorias: “vigiados especiais” que, à noite, eram trancados em celas; “vigiados simples”, levados adiante apenas com os meios normais de uma prisão; “periclitantes”, que ali se achavam só porque alguém, já cansado deles, os confiara à polícia. Passavam o tempo em trabalhos agrícolas ou em oficinas internas.

Na Quaresma de 1855, Dom Bosco deu a todos um caprichado curso de catecismo, seguido de três dias de Exercícios Espirituais (nada menos), concluídos com uma confissão deveras geral.

Dom Bosco ficou tão impressionado pela boa vontade geral que lhes prometeu “alguma coisa excepcional”. Foi ao diretor e propôs-lhe organizar para os rapazes (abatidos pela reclusão) um belo passeio a Stupinigi.

– Está mesmo falando sério, reverendo? – exclamo o homenzinho espantado.

– Com a maior seriedade do mundo.

– E não sabe que eu sou responsável por aqueles que fugirem?

– Ninguém fugirá. Dou-lhes a minha palavra.

– Ouça. Não vamos gastar saliva à-toa. Se quer essa licença, dirija-se ao Ministro.

Dom Bosco foi ter com Rattazzi e lhe expôs com tranqüilidade o seu projeto.

– Pois não – lhe disse o Ministro. – Um passeio fará muito bem a esses jovens detentos. Darei as ordens necessárias para que, ao longo do caminho, se distribuam guarda à paisana em número suficiente.

– Isso não – interveio decidido Dom Bosco. – É a única condição que eu ponho: que nenhum guarda nos “proteja”. E vossa Excelência deve dar-me sua palavra de honra. O risco é meu: se alguém fugir, por-me-á na cadeia a mim.

Ambos riram. Depois Rattazzi ficou sério:

– Dom Bosco, entenda. Sem guardas, não trará de volta ninguém.

– E eu, ao contrário, lhe garanto que vou trazer de vota todos. Vamos apostar?

Rattazzi pensou um pouco.

– Está bem. Aceito. Confio no senhor. Mas confio também nos guardas: em caso de fuga, não levarão muito tempo para recapturar esses frangotes.

Dom Bosco voltou à Generala e anunciou o passeio. Uma explosão de alegria. Numa brecha de silêncio, Dom Bosco continuou:

– Dei minha palavra: todos se comportarão bem, e nada de fugas. O Ministro também deu a sua: nada de guardas, nem fardados, nem à paisana. Agora chegou a vez da palavra de vocês: basta que um fuja e minha honra se vai. Não deixarão mais pôr os pés aqui dentro. Posso confiar?

Cochicharam lá algum tempo entre si. Depois os maiores disseram:

– Damos a nossa palavra! Voltaremos todos! Nos portaremos bem!

O dia seguinte foi dia de sol tépido, primaveril.

E lá se foram para Stupinigi, pelos caminhos dos campos. Pulavam, corriam, gritavam. Dom Bosco seguia em meio à pequena tropa, brincando e contando estórias. À frente de todos, o burro. Com as provisões.

Em Stupinigi, Dom Bosco celebrou a santa Missa. Depois, houve almoço ao ar livre, seguido de animadas partidas à margem do rio Sangone. Visitaram o parque e o castelo real. Houve merenda e, ao pôr-do-sol, o retorno. O burro estava livre e Dom Bosco cansado. Os rapazes fizeram-no montar e, puxando as rédeas e cantando, chegaram. O diretor apressou-se em contá-los. Estavam todos.

Houve um adeus triste no portão do cárcere: Dom Bosco se despediu de um por um e voltou para casa com um aperto no coração: só pudera libertá-los por um dia.

O Ministro, ao contrário, ao saber de tudo, ficou exultante como de um triunfo.

– Por que é que o senhor consegue fazer essas coisas e nós não? – perguntou a Dom Bosco um dia.

– Porque o Estado manda e castiga. E é só isso o que pode fazer. Eu, ao contrário, quero bem a esses rapazes. E como sacerdote tenho uma força moral que Vossa Excelência não pode entender.

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Fontes:

BOSCO, Terésio. Dom Bosco: uma nova biografia. São Paulo: Editora Salesiana. 6.ed. 2002. p319-321. http://www.editorasalesiana.com.br

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http://domboscoeducador.blogspot.com.br/2006/04/um-dia-de-liberdade-ao-de-dom-bosco.html

Adriano.