Arquivo mensal: abril 2017

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA PRIMEIRO CURSO DIOCESANO DE 2017!!!

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yuri

“É preciso continuar amando, acreditando e investindo na Pastoral da Juventude e torná-la cada vez mais desejada por toda a Igreja que, ao contemplá-la na sua originalidade, vai percebendo ser ela uma proposta séria e consistente de envolvimento e formação integral da juventude, através do protagonismo, da simpatia, do profetismo no mundo e do amor incondicional de Jesus Cristo e a Igreja que ele fundou. É preciso “privilegiar na Pastoral da Juventude processos de educação e amadurecimento na fé como resposta de sentido e orientação da vida e garantia de compromisso missionário” (Documento de Aparecida, 446d).

Sim, nós sabemos que você já ficou sem saber o que preparar para o encontro do seu grupo de jovens. Que já teve de recorrer a amigos ou alguma pesquisa na internet em busca de dinâmicas toscas ou músicas com áudio ruim para aplicar junto aos jovens. Sabemos que você também já se sentiu muitas vezes perdido durante o encontro, sem saber direito como conduzir aquele bate-papo ou reflexão, sem saber reagir diante das colocações dos integrantes. E que aquele momento de espiritualidade não ficou bom porque ninguém na face da Terra sabe, afinal, como promover aquele clima de meditação e interiorização. Talvez você nunca tenha descoberto totalmente qual o papel de um coordenador em um grupo, nem qual caminho seria melhor para cada tipo de grupo e fase em que ele se encontra.

Sim, nós já fomos coordenadores de grupos de base. E depois de muitos encontros “meia-boca”, fomos aos poucos descobrindo o caminho das pedras (ou não, risos). E também colocávamos as mãos pro céu quando aparecia uma ajuda, seja na forma de um visitante que viesse passar o encontro, seja na forma de um curso de capacitação para lideranças. E eis que lançamos o nosso curso diocesano voltado pras suas necessidades, companheir@!

A formação diocesana “Oficinas práticas para grupos de jovens” não vai ter muita firula, reflexões filosóficas ou metodológicas. Ela se propõe a ser o que o nome diz: uma vivência intensiva de oficinas com conteúdos práticos para trabalhar no seu grupo de jovens.

Local: Creche Ancilla Domini. Rua Padre Visconte, 12 – Embaré, Santos.

Início: 19h do dia 19 de maio.

Término: Previsão para encerrar após o almoço de domingo, dia 21 de maio.

Taxa de inscrição:

  • Até dia 7 de maio: R$40,00.
  • Até dia 14 de maio: R$45,00.
  • No dia do curso: R$50,00.

 

OBS1; Teremos disponíveis colchões na creche, mas caso se sinta mais confortável, leve seu colchão inflável.

OBS2: O depósito pode ser efetuado na conta da Camila(nossa tesoureira!), Banco Itaú. Agência: 8158. Conta Corrente: 19146-3. Após realiza-lo, é necessário enviar comprovante por whatsapp para o seguinte contato: (13) 98811-9824.

Para preencher o formulário de inscrição, clique aqui.

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SETE MOTIVOS para ouvir o Pe. Zezinho SCJ na Semana Santa.

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Pe. ZezinhoEu sei o que você tá pensando, que sua avó ouve o Pe. Zezinho. Ok, confesso que se tem uma característica que me irrita nas pessoas é essa mania de acreditarem que tudo o que não é novo não possui valor (tsc). Pois em verdade vos digo, que me perdoe o Zé Vicente  (pausa para comentário óbvio): Pe. Zezinho é o maior cantor evangelizador deste país, bebês!

José Fernandes de Oliveira, SCJ, mais conhecido como Pe. Zezinho (Machado, MG, 1941) é padre da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus, escritor e músico. Do seu pai, violeiro, herdou o amor pela música e do convívio com padres em Taubaté, a sua vocação sacerdotal. O mais jovem dos seis irmãos, Zezinho ingressou no seminário dos dehonianos aos 11 anos, ordenando-se aos 25 nos Estados Unidos. Hoje, tem 50 anos de uma carreira consagrada, 51 de sacerdócio, 57 álbuns de estúdio gravados e uma infinidade de outros trabalhos que se fossem citados aqui, você acreditaria que esse homem viveu umas três vidas. Na JMJ de 2013 seria homenageado, mas sua saúde frágil devido a um recente AVC impediu a sua participação.

Não somos o BuzzFeed, mas elencamos SETE MOTIVOS (o número bíblico da perfeição) para você largar o preconceito e ouvir as composições desse HOMÃO na semana mais importante do calendário cristão, pois belos arranjos de artistas da Som Livre não superam uma letra religiosa que só a ação do Espírito Santo pode explicar.

1- Pe. Zezinho é um pioneiro.

Pe. Zezinho gravou o seu primeiro compacto no tempo do ronca, em 1969, abrindo caminho para outros tantos sacerdotes que evangelizam através da música, como Pe. Fábio de Melo, Joãozinho, Marcelo Rossi e Reginaldo Manzotti. Pe. Zezinho também foi um dos primeiros a usar bateria e guitarra em suas músicas.

2- Pe. Zezinho é “old school”…

A glamourização da música religiosa, principalmente após o espaço gospel nas grandes gravadoras e canais de TV infelizmente trouxe problemas a Igreja. Não são raros músicos e artistas com renome serem cheios de ego, cachês caros e roupas de marca. Aliás, me corrijo: até mesmo grupos de música que tocam em Missas nas paróquias Brasil afora chegam a ser contaminados pelo egocentrismo. Pe. Zezinho já deu seu “puxão de orelha profético” em plena Canção Nova quando teve oportunidade:

3- Você reclama, mas sabe cantar pelo menos umas cinco músicas dele que eu sei!

“Um Certo Galileu”“Maria de Nazar锓Amar como Jesus amou”“Oração pela Família”“Utopia”“Mãe do Céu Morena”“Um Coração para Amar”“Minha Vida Tem Sentido”, etc, como esquecer? Só musicão rapaz, cêloco! E digo mais, em 2013 você cantou “Nova Geração” mais vezes do que pejoteiro cantou “Negro Nagô” na vida inteira…

4- Pe. Zezinho faz critica a letras puramente emotivas.

A Igreja vive um momento em que se tem recorrido a um sentimentalismo egoísta exagerado nas músicas, algo já citado em documento da CNBB inclusive. Para alguns compositores, basta fazer quem escuta chorar. Pe. Zezinho é um dos poucos a falar sobre esse problema abertamente, defendendo músicas mais profundas e que a pouco lembrada Doutrina Social da Igreja também inspire composições.

5- Pe. Zezinho é um progressista!

Pe. Zezinho é claramente influenciado pela Igreja dos Pobres e pelo Espírito do Concílio e não se envergonha disso. Ao mesmo tempo, nunca deixou de fazer críticas a partidos políticos ou a personalidades que sempre foram associadas a luta por igualdade social no Brasil. Não se trata aqui de concordar com todos os seus posicionamentos, mas de admirar o fato de não ter medo de se colocar.

6- “Um certo Galileu” é a música perfeita para ouvir durante o Tríduo.

Quem seria capaz de compor uma canção de seis estrofes que nos faz meditar a vida, a obra e a condenação do profeta que revolucionou a história da humanidade? Pe. Zezinho, claro. Não satisfeito, décadas depois foi lá e a pedido de bispos, criou mais duas estrofes para falar da vitória de Jesus sobre a morte, história que você ouve aqui:

7- Zezinho é acima de tudo, um evangelizador.

Pe. Zezinho se mantém fiel a Paulinas e sempre procura ficar longe dos holofotes para não se deixar ser ludibriado e manter os pés no chão. Com suas letras, nos aproxima de Deus. Com seu exemplo, ensina a sermos mais humildes em nossas Galileias, sejamos nós músicos, agentes de pastoral ou coordenador diocesano.

E daí? E daí nada.

*Gines é um pejoteiro supimpa que escuta velharias e deseja uma excelente Semana Santa para todos vocês.

“Tributo ao Pioneiro” é um CD gravado no ano de 2014 em sua homenagem, com músicas cantadas por artistas como Fagner, Elba Ramalho, Daniel e Paula Fernandes.

Vamos falar sobre o cuidado…

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depressão

Não faz tanto tempo assim. Era lá pela metade dos anos 2000 e tudo que eu tinha para fazer na vida era descobrir como se criar conta de Orkut, estudar e assistir MTV – nada de muito fantástico para um adolescente suburbano e “boca-virgem”. A escola era um ambiente sofrível para quem tinha um metro e meio e casacos confeccionados pela mãe. O projeto de vida na época era acabar com aquela angustia, se inserir no mercado de trabalho e orgulhar a família, para a felicidade do “sistema”.

Na oitava série (atual nono ano), entrou na nossa sala uma garota que chamarei de “M”, que unia características distintas: alta, olhos castanhos claros, bela segundo os padrões de beleza por um lado; óculos de lentes grossas, um jeito meio ingênuo e gosto pelo Calypso por outro. O grande erro de “M” naquele ano foi tentar ser amiga de um grupo de amigos – do meu grupo de amigos. O grupo, que tava longe de ser dos mais populares da escola, onde o maior dos esportes era jogar Conquer, não queria amizade com “M” e se esforçava para lembra-la disso. Uns dois anos mais tarde ela me diria que o tempo em que a zombávamos, foram os mais difíceis de sua vida. De noite, ela chorava no seu travesseiro; de dia, ouvia mais uma piada criativa.

A escola é reflexo da sociedade e a sociedade é má. Não é à toa que, não importa a educação que a pessoa tenha obtido em casa, é na escola que a maioria aprende a falar palavrão, a tirar vantagem e a se defender – no pior sentido da expressão. O ambiente competitivo e individualista escolar, não importa o quanto os pedagogos lutem, transforma meninas e meninos em adultos insensíveis a dor alheia, corrompidos. Em pessoas que traem umas às outras. Perde-se em cuidado; ganha-se em maldade.

Nos últimos dias, “13 Reasons Why” (Os 13 Porquês no Brasil), baseada no homônimo de Jay Asher, tem sido muito comentada nas redes sociais, além de aumentar em 100% a procura por ajuda no Centro de Valorização a Vida (CVV). A série do Netflix fala sobre bullying, solidão, agressão física, psicológica e suicídio. A história se passa na Califórnia, e começa quando Clay Jensen, estudante desajustado do Ensino Médio, encontra uma caixa de sapatos contendo sete fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, sua “crush”, falecida recentemente. As fitas, inicialmente enviadas por um colega com instruções para serem repassadas de um estudante para o outro, no estilo de uma carta em cadeia, continham a explicação de Hannah para o seu suicídio, apresentando treze razões que explicam o porquê de seu ato e as pessoas que o justificaram. Através da narrativa de áudio, Hannah revela sua dor e sofrimento.

Não é de hoje que o Ensino Médio inspira grandes histórias que se convertem em sucesso, algumas delas com bastante verdade. Os diversos eventos e personagens despertam identificação, seja pelas festas, pelo primeiro amor ou pelo jovem nerd – que geralmente é o queridinho dos roteiristas, já que escritores foram os nerds introvertidos quando estudavam. É constrangedor que poucas produções brasileiras tenham retratado dignamente o mundo teen em comparação com as norte-americanas – “Malhação” está no ar há mais de vinte anos e é um verdadeiro “Fantástico Mundo de Bob” (mais fácil olhar para o céu e crer que o Goku irá cruza-lo em cima da nuvem voadora). “Cidade dos Homens” mostrou bem o universo do jovem negro da periferia, mas o brasileiro médio não curte (tsc). Filmes e séries de colégio costumam ser bem-humorados, com um final feliz. “13 Reasons Why” apesar de seus momentos leveza é pesada, obscura e se esforça em ser perturbadora para quem assiste. O maior mérito do texto, graças ao apoio de psicólogos na sua elaboração, está em criar personagens  humanos, com características e atitudes que nós também temos, e não simples bad boys. É como se nos apontassem o dedo na cara e falassem: “você também tem culpa”. Ao mesmo tempo, houveram críticas contundentes, como a de Pablo Vilaça, que vê a série como irresponsável, um potencial “gatilho” para o suicídio de telespectadores depressivos.

Sejamos honestos. Depressão já é um distúrbio que sofre um significativo preconceito, que dirá o bullying, um debate relativamente recente (durante um jogo da seleção um dia desses, o Galvão Bueno fez um comentário totalmente irresponsável ligado ao tema, por exemplo). Em um universo onde as pessoas aprenderam a naturalizar apelidos sobre tamanho de orelha, cor da pele, sexualidade, etc, onde quem não está nos “padrões” é ridicularizado por comediantes, fica fácil entender a resistência. Para essas pessoas, depreciações públicas são só episódios comuns da adolescência, que devem ser superados. Para os incautos, depressão é frescura. Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), no entanto, há muitos “frescos” no mundo: um, em cada dez jovens sofre com depressão. Dos seus dez amigos, quem você escolheria?

E daí? E daí nada.

O bullying não costuma ser motivo de arrependimento nos momentos de perdão da Missa ou no sacramento da reconciliação, mas deveria. O agressor peca – e muito –, e os que se omitem também. Não se trata só da agressão, mas o que ela provoca e representa. A sua prática revela uma sociedade individualista, egoísta, cruel e covarde. O resultado costuma dar luz a pessoas traumatizadas (mesmo as que justificam ter superado), desconfiadas, feridas. Como uma bola de neve, o bullying acontece quando alguém mais forte – ou um grupo – agride quem é mais fraco. Pessoas fracas inseguras que querem ser aceitas, também se tornam agressoras. Os que não agridem, assistem e não estendem a mão.

Na Bíblia, não são poucas as passagens que demonstram a necessidade do cuidado com o outro. Na Samaria, Jesus bebeu da água de uma mulher considerada impura (João 4, 1-28), veio para nos dar vida em abundância (João 10, 10), ordenou-nos a amar o próximo como a nós mesmos (Mateus 22, 39) e esteve o tempo todo acompanhado por prostitutas, leprosos e zelotas. No Novo Testamento é revelado que Deus não faz acepção de pessoas (São Tiago 2, 9) e no Antigo, que fomos criados a Sua imagem e semelhança (Gênesis 1, 26), sendo assim homens e mulheres, repletos de dons e virtudes, que devem amar como são amados.

Se as escolas refletem uma sociedade doente, o que dizer dos grupos de base, que falam em opção preferencial pelos pobres, mas se esquecem do cuidado com o outro? Quantos não saem machucados por práticas anticristãs em ambientes que pretendem formar o jovem integralmente, visto por muitos também como o último dos refúgios? Quantas pessoas você machucou no dia de hoje? Durante o mês? Esse ano?

Não é algo simples, mas converter-se não é simples. Nunca é tarde para rever a caminhada e examinar a consciência. É necessário não só mudar a si próprio, mas acima de tudo defender políticas públicas de saúde voltadas a prevenção do suicídio. Fale sobre depressão. Fale sobre o bullying. Procure por ajuda, espiritual (com seu pároco) e profissional (www.cvv.org.br ou 141).

*Gines Salas, o pior ser humano do mundo.

ABERTO CONCURSO PARA LOGO OFICIAL DA MISSÃO JOVEM 2017!!!

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MJ2013

Logo da Missão Jovem 2013, sediada na Paróquia Nossa Sra da Assunção (Morro São Bento, Santos)

Saudações pejoteiras, amada juventude!

É com muita alegria que trazemos novidades sobre a nossa #MJ2017. A primeira delas diz respeito ao tema e lema escolhidos. Maria, companheira de caminhada, exemplo de jovem comprometida com os desígnios de Deus é lembrada nessa edição de Ano Mariano, para que interceda por cada jovem missionário, diante dos desafios que a Ilha de Santo Amaro reserva. O tema Juntos com Maria, florescendo nesse chão! faz ainda menção a campanha da PJ do Regional Sul, que conclama os jovens a florescerem a Civilização do Amor. Para o lema, recordamos as palavras do Papa Francisco na JMJ de Cracóvia: “O tempo que estamos a viver não precisa de jovens-sofá”.

Além disso, temos uma “missão” para os talentos pejoteiros das diversas galileias de nossa diocese: criar o logo da #MJ2017, que será sediada na Paróquia Santa Rosa de Lima (Guarujá), dos dias 02 a 09/julho e desde já é construída por todos nós. Até o dia 24/abril estaremos abertos a receber os logos, que passarão pelo crivo da coordenação diocesana e posteriormente serão lançados em votação aberta no nosso blog.

Critérios para envio:

  • Corresponder ao Tema/Lema da #MJ2017 escritos acima;
  • Retratar a alegria de ser Igreja Jovem em saída, que canta, encanta e anuncia;
  • Ser uma arte original a mão, não importando quais materiais utilizados.

A arte pode ser enviada tanto para nosso endereço de e-mail (codijuv.santos@gmail.com) quanto para nossa página do facebook e a premiação será um kit pejoteiro. Aguardamos ansiosos o seu envio!

#ubuntu